Ano novo, vida que recomeça. Para muitos, sinônimo de férias com a família, com os amigos ou com o amor. Não importa se sozinho ou acompanhado, o importante é repor as baterias e recomeçar a vida.

Uma dica é tirar umas horas do dia para uma boa leitura. São tantos os livros e os temas abordados que fica difícil listar, mas deixamos aqui alguns que achamos legais.

5 Dicas de leitura

“Muito mais que 5 Minutos”, de Kéfera Buchmann. Já há muito conhecida nas redes sociais, com quase 12 milhões de seguidores nas suas mídias, Kéfera lança seu livro com relatos de sua vida e traz assuntos como bullying e histórias engraçadas do cotidiano, que muitos vão se identificar.

“Ela confiou a Vida”, de Zibia Gasparetto. Escritora já consagrada na temática espiritual, Zibia faz uma abordagem sobre a vida, onde é mais difícil nascer do que morrer. Morrer é voltar para casa, rever parentes e amigos. Nascer é ter de esquecer tudo, enfrentar as energias do mundo, encarar problemas mal resolvidos do passado. Desta forma, nascer é mais difícil, pois significa esquecer e refazer sua jornada.

“Não se Apegue Não”, de Isabela Freitas. Como Kéfera, já conhecida nas redes sociais, e agora com um quadro no Fantástico, Isabela apresenta a ótica da adolescência para as questões de namorado, amigos, família, decisões da vida, como quando é preciso dar um ponto final a um relacionamento, enfim, a busca de sua identidade.

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“Maria”, de Rodrigo Alvarez. Nesta biografia o autor nos apresenta diversas faces daquela que se tornou uma das figuras femininas mais importantes de todos os tempos, a Virgem Maria. A história, pouco dita no evangelho, nos revela uma Maria que sofreu acusações duras e perseguições entre religiosos e Imperadores.

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“Eu fico Loko”, de Chistian Figueredo de Caldas. Trata-se de outro adolescente já conhecido por seus vídeos. Ele precisou de uma câmera, muita criatividade e um pouco de coragem para criar um dos vlogs mais visto na Internet, depois transformado em um livro, onde relata suas desventuras de adolescente.

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E por último, porém com uma temática atual, temos o da Márcia Tiburi, “Como Conversar com um Fascista”. O título já é uma ironia e o livro fala dessa temática da falta de conversa nos dias atuais, o isolamento diário que imprime as redes sociais, onde a rapidez dessa tecnologia imprime uma linguagem rápida, pobre e sem conteúdo, levando para uma falta de política entre as pessoas de se conhecer e conversar. É importante repensarmos essa indústria da informação, que nos torna fascistas.

Essas são minhas dicas, veja o que lhe chama atenção, adquira os livros, procure um bom local com ótima iluminação e deixe sua mente vagar.

Gostou dessa dica? Mande para a gente algumas sugestões de livros. Boas Férias!