A Casa Cor SP, que em 2015 chegou à sua 29ª edição com o Tema: O BRASIL VISTO POR DENTRO. Reuniu renomados arquitetos, decoradores, e paisagistas.
Os ambientes este ano provocaram o pensamento sobre a brasilidade no ponto de vista em morar com decoração e objetos com a nossa identidade, como a presença marcante da técnica construtiva da época brasil-colônia no ambiente do arquiteto Roberto Migotto.

A brasilidade do espaço de Roberto Migotto

A Casa de Pau a Pique Chique de Roberto Migotto destacou-se pela sua elegância e originalidade, com ênfase na técnica construtiva de pau a pique, além do gigantesco tapete inspirado na fauna e flora brasileira, originário do Nepal.

Outro ponto de destaque na Casa Cor foi o paisagismo de Luis Orsini, com uma árvore frutífera brasileira, a goiabeira, bem ao fundo da construção e a vegetação de Palito de Fogo, que remeteu a caatinga.

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A elegância do ambiente de Brunete Fraccaroli

O elegante ambiente “Acqua Que Te Quero Água” é um espaço que dedicou a atenção em sua decoração ao lançamento da cor Acqua Fraccaroli um tom de azul esverdeado, desenvolvido pela arquiteta em parceria com a Silestone, que traz alegria ao ambiente.

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Loft cosmopolita de Fernando Piva

Além de sua elegância o pequeno ambiente traduziu conforto e sofisticação.

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Ambiente jovem, moderno, composto por hall, living, jantar gourmet, quarto e banheiro, com texturas e tons sóbrios, como cinza, bege, marrom e grayge ou greige (mistura do bege e cinza), deixando evidente nos objetos de decoração o gosto pelas obras de arte que valorizam a Brasilidade. A influência da alfaiataria caracterizou o estilo.

No hall de entrada, lareira e box do banheiro teve destaque para o revestimento em quartzo nos tons ébano e cinza da Caesarstone.

Revestimentos com papel de parede, e criados-mudos em madeira e couro, complementando o quarto.

Anos dourados com o Arquiteto Guilherme Torres

A arquiteto Guilherme Torres define “Ambiente repleto de glamour com legado da decoradora Norte Americana Dorothy Draper”.

Piso em preto e branco, boiseries (revestimento francês típico do século XVIII), extravagância nos detalhes em gesso e puxadores superdimensionados proporcionados pelo elevado pé-direito.

Mobília luxuosa, lustre Baccarat imponente de 3 metros de altura e uma mesa de banquete do século XIX que pertenceu a um castelo francês. Todo esse clima exuberante se uniu a brasilidade das cadeiras Canthu, de Sergio Rodrigues, em perfeita harmonia.

Dorothy Draper: (22/nov/1889*11/mar/1969), foi uma norte americana, nasceu na família aristocrática Tuckerman em Tuxedo Park, uma aldeia no estado de Nova Iorque. Uma decoradora de interiores, estilisticamente anti-minimalista, ela usava cores vibrantes e brilhantes, exuberantes e estampas grandes que abrangiam paredes inteiras. Ela incorporou o preto e o branco, azulejos, rococó, arabescos e barroco estuque.

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Brasilidade e encanto no jardim de Gilberto Elkis

O jardim do paisagista Gilberto Elkis intitulado “Jardim do Bosque”, era um Jardim para contemplar, sentir e se emocionar. Recebeu várias espécies tropicais escolhidas pelo paisagista com objetivo de concretizar a formação natural de um bosque.

Os caminhos eram compostos com madeiras reaproveitadas, seixos nas tonalidades de cinza, lagos com peixes, deck de formas orgânicas, flora composta por plantas brasileiras, como: Palmeiras, Fênix, Palmitos, Pitangas, Filodendros e Samambaias em diversos tons de verde e texturas diferenciadas.

As plantas de grande porte criaram uma cobertura vegetal, gerando sombra e filetes de luz do sol proporcionando naturalidade ao cenário do Bosque.

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